Para Teixeira primeiro desafio é a rápida adaptação no Flu

Para Teixeira primeiro desafio é a rápida adaptação no Flu


Publicado em 03 de Janeiro de 2019 ás 19:05:39

Divulgação

O preparador-físico Gabriel Teixeira começa a trabalhar amanhã com os atletas do Fluminense

 


Gabriel Teixeira de fato começa a trabalhar amanhã com o elenco do Fluminense e assim como o treinador Chiquinho Lima tem que montar uma estratégia com a finalidade de sequenciar o trabalho iniciado por Rodrigo Albuquerque. Para ele o grande desafio é vencer a adaptação para em poucos dias o time ficar pronto para a estréia no Baiano diante do Bahia  “A grande questão é a adaptação, que tem que ser a mais rápida possível porque só teremos pouco mais de 15 dias para trabalhar e aí precisamos realmente nos esforçar para que ninguém perca nada do que já ganhou e possamos colocar o grupo num condicionamento físico de 70 a 80% na estreia do Baiano”, avaliou.

Dos atletas atuais, Teixeira trabalhou apenas com Reinaldo Alagoano no Campinense/PB. “Os demais conheço de jogar contra. O futebol é dinâmico e os atletas que estão aí a gente conhece de já ter visto atuar ou de informações que já dispomos. No entanto as informações que tenho é que se trata de um grupo muito bom para trabalhar e agora é dar sequência e aos poucos implantar a nossa filosofia”, disse.

O profissional chega bem referendado por nada mais nada menos que Estevan Soares, treinador com quem trabalhou no Itumbiara/GO no ano passado na Série D. “Quando ele jogava atuou aqui, tem uma história bonita no Fluminense e isso pesou muito para que eu aceitasse o convite. Conversei com ele, que me falou muito bem do clube, da cidade e principalmente do acolhimento e receptividade das pessoas”, informou Gabriel Teixeira.

Gabriel é filho do treinador Celso Teixeira, que teve uma passagem pelo Bahia de Feira em 2013. “Vai ser a minha primeira experiência na Bahia, um centro importante do futebol brasileiro e para p profissional é bom porque ele amplia seus conhecimentos também conhece outros pólos esportivos no Brasil”, afirmou,